Escrita…e Só

escrita

Escrevo textos como quem morre

de desalento, amor ou desencanto

Faço do teclado meu sepulcro

onde encerro [e enterro] [des]ilusões.

Sem obrigação de ser correta,

polida ou bela, a poesia escorre

transborda e me afoga,

implorando para existir.

Sem rumo reto ou compromisso,

é o grito urgente do que acredito

e não existe.

Palavras escritas com sonho e sangue

são a transfusão de vida da poeta.

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