Desculpa Se Te Chamo Amor

Porque, quando o vejo, o mundo faz mais sentido

Porque ao mesmo tempo, minhas certezas caem sem deixar vestígio.

Com ele, meus olhos finalmente brilham

E eu já não ligo tanto para rótulos e imposições

Simplesmente fui pega de surpresa.

Passei a sentir falta da presença

Ansiei pelo cheiro, pelo beijo, pelos olhos

Pelo toque, pelo abraço, pelo enredo.

O que temos em comum? Desejos.

Por que nos encantamos tanto?

Parecemo-nos. Somos confiantes,

Seguros, arrogantes, simplórios

Amantes.

Se ele me ama? Não sei.

Nunca perguntei.

Importa o bem que ele me faz.

E como faz!

É meu pronome de posse

Meu sorriso mais largo

Meu olhar mais bonito

Ele é a confusão dos meus sentidos

Dos meus sentimentos

Mas é também certeza,

Aquela, vigorosa, intensa,

Inteira.

Te desejo cúmplice no prazer

Na leveza de nos querermos

Aceitando, amando…

Erros, discordâncias, acertos.

Acordar ao seu lado

Deitada no corpo que me aconchega

Tendo em mim as mãos que aquecem

A respiração que acalma e excita…

Te ver ali, entregue, incrivelmente meu.

Exausto, tranquilo, faminto…

Não há rótulo para o que vivemos

Posso ser qualquer nome, desde que seja sua

E, dentro de mim, não há jeito, me desculpa,

Só te chamo Amor… MEU.

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